TOCTOC


28/12/2006


Largadão isso aqui, né?

 

Nem foi por falta de assunto.

 

Tampouco falta de tempo.

 

Foi pura falta de coragem mesmo. De aparecer, de me mostrar, de ser vista, lida, interpretada. Julgada, até. Pelo visto é a opinião do outro dono também, embora esse assunto nunca tenha vindo à baila. E não foi por falta de oportunidade, faltou foi vontade de verdade.

 

Como um monte de coisas na minha vida (e na dele também, hohoho, que eu não vim aqui pra absolver ninguém), eu perdi a empolgação no meio, ou no começo, o que é bem pior... Mas nem sei o que está acontecendo agora, na real. Só deu vontade de seguir na direção em que o medo cresce. Não aconteceu nada de extraordinário, pelo menos até agora não me dei conta se isso ocorreu.

 

Alexandre está ótimo. Acaba de ser aprovado para o mestrado na UFSC. Não sei como vai ser cursado, tendo em vista morarmos em Curitiba. No exato momento está no Rio de Janeiro dando uma de cicerone do Fabrício. Até no Cristo foi, rasgando definitivamente a certidão de nascimento do Estado da Guanabara. Carioca da Gema não vai ao Cristo, portanto está registrado doravante como "Citizen of The World". Chego lá ainda...

 

Mamãe revoltada, agora vai se mudar pro Nordeste. Não sabe pra onde, nem quando, mas que vai, vai. Vamos ver no que isso dá.

 

Recebi notícias da gravidez da Tia Lu, fiquei feliz, mas algo me proibiu de parabenizá-la devidamente. De qualquer forma, lá vai: Parabéns mesmo, de coração, realização de um desejo meu. Calma, desejei isso pra ela, não é um desejo "meu pra mim", que isso fique claro. Da Michelle não soube de nada. Culpa minha, evidentemente.

 

Dayanne está ótima, mas cada vez mais sem paciência com um monte de coisas, especialmente com gente burra. Ponto pra mim e pro Alexandre, que servimos pelo menos como maus exemplos. Criamos um monstro, mas um monstro muito bom. Gisela está bem, de casamento marcado à distância com um mineiro. Do Mineiro não sei. Altemar, arrastando a vida dele pela dos outros. Deve ser feliz assim. Patrícia Dragão está bem, parece. Subutilizada num empreguete qualquer, mas passageiro. Felicidades a todos.

 

O ano de 2006, que está se arrastando por mais tempo do que eu suporto,  só não será riscado do meu calendário pessoal por umas coisas. Conheci pessoas maravilhosas, que já arrolei na lista de presentes, e guardarei sempre um prato para eles. Marina e André. Posts especiais para ambos serem apresentados devidamente.

 

Paixões chegaram, paixões se foram. Necessidades vitais deram lugar a outras, alterando visões nunca dantes mudadas. Aprendi uma coisa importantíssima: minha opinião, contrariando antiga vontade, não é a mais importante. Aprendi outra: calar é para sábios. Mais uma: não me prometo mais nada.

 

Nem a vocês. Portanto, se sumir de novo, aconteceu. Espero que entendam.

Escrito por Um tosco qualquer às 19h37
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