TOCTOC


24/12/2005


Espírito Natalino

Ho, ho, ho, apareci. Quem é vivo sempre aparece!!! Quem não é vivo também, mas isso é outra história.

 

Ficamos um tempão sem dar notícias devido a diversos motivos, que nos/me impediram de sinalizar o que está acontecendo.

 

Vamos tentar resumir os últimos fatos:

 

- Mudei de casa. Agora moro a quatro quadras do ****, o que torna minha vida mil vezes mais fácil. Nada mais de Neverland, e suas aporrinhações condominiais. Lembrem-me de NUNCA mais me meter em administração de condomínio. Nem se eu morar na Côte d"Azur.

 

- Só tem uns "porenzinhos" nesta mudança, fiquei uns dias sem luz, não me acertava com o chuveiro, tô sem telefone e sem internet (tem uma lan house perto de casa, mas ela funciona em horários comerciais, vê se pode...), me mudei em dia de chuva, joguei tudo lá dentro e fiquei por lá assim mesmo. Eu sou selvagem!!!!

 

- Leonardo, você está sendo esperado, por mim e pelo Alexandre. Por motivos diferentes, óbvio.

 

- Parece que eu arrumei um macho. Não é pra casar, porque não é o que estou precisando. Mas para o resto, estamos aí. Mário é o nome dele. Aquele do armário.

 

- Vovó vai se mudar também. Para o Centro de Curitiba. E está passando pelas mesmas aporrinhações que eu e Jade. Deve ser karma.

 

- A Brasil Telecom me informou que a religação do meu telefone sairá por 98 contos. Porque eu não reclamei, porque a da vovó vai sair por 7 contos. Adivinhem o tamanho do barraco que eu fiz por telefone com a Josiane, Ávila, barraco este que não surtiu efeito nenhum. Vai sair por 98 contos mesmo.

 

- Rodrigo está a ponto de fazer um début.

 

- Dayanne está morando comigo e Jade. Pelo menos a roupa dela mora lá.

 

- Hoje é Natal, aquele velho cafona está pronto para aparecer. Não sei se eu mereço presente. Eu cobicei o marido da próxima, eu menti, eu me passei além da conta. Eu não mereço nenhum crédito, perguntem ao gerente do Banco do Brasil.

 

Hoje está foda, estou bêbada, tem gente cantando, bati o carro, estou em plena crise renal. Mas vim aqui para desejar Feliz Natal, Próspero Ano Novo e todas as outras coisas que a gente tem obrigação de desejar no fim do ano.

 

Espero que esta mensagem encontre todo mundo com saúde, com dinheiro no bolso e um amor do lado. Sejam felizes, porque eu estou me coçando para isso. Amo vocês, e me amo também (depois de muito tempo sem perceber isso).

 

Se virem!!!

 

Iasmin, indo e vindo

Escrito por Um tosco qualquer às 20h31
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02/12/2005


Desculpas

Eu desapareci, querendo vocês acreditar ou não, por causa das forças estranhas da minha vida. Uma empurra a outra, nem sempre dá certo como eu queria, mas no saldo é tudo positivo.

 

Tia Lu, o seu aniversário passou em branco. Espero que você me perdoe por essa gafe, mas eu tenho testemunhas que podem afirmar que eu tive uma crise renal horrível, que só terminou após a expulsão de um cálculo renal no domigo seguinte. Antes disso, eu não sabia nem do meu aniversário. I´m so sorry.

 

Michele, semana que vem tem Supla e Gretchen junto com o Denorex. Não sei se vou porque vai ser no Jóquei e minha mãe casou moça. Ir ao Jóquei é programa pra filho da puta, o que não é meu caso.

 

Ah, essa é quentinha, soube ontem: passei na primeira fase do vestibular da Federal para Administração. Os íntimos se espantam, por saberem da minha ligação com as Ciências Sociais. Acontece que Ciências Sociais na Universidade Federal do Paraná é curso diurno. E eu tenho outras coisas para fazer pela manhã. Trabalhar, por exemplo. Coisa boba.

 

Vendi a Toscolândia! Procuro apartamento para alugar no Cristo Rei, Tarumã, Capão da Imbuia. Alugar mesmo, cansei dessa conversa de pobre, casa própria é o caralho. Me amarra nos lugares, me impede de ir pra onde o vento está soprando. Em breve, nova sede.

 

Ah, uma parte do pagamento do imóvel veio na forma de um carro. Branco. Caro. Freio ABS. Ar condicionado. Nada a ver comigo, sou mulher pra andar de Jeep. Cherokee, claro. Alguém querendo comprar um Vectra?

 

Muito proveitoso o último mês de Orkut. Reencontrei, ou fui reencontrada por dois amigos daqueles que eu deixei pra lá (as usual, eu SEMPRE fui relaxada com os amigos), Leonardo e Alessandro. Tem uma amiga também, Daniela. Me fizeram lembrar de um tempo no qual a minha maior preocupação era saber se teria dinheiro pra comprar o conhaque do dia seguinte. Sinto falta dessa inocência. Das ressacas não. Aquela Iasmin era engraçada, a de hoje só é venenosa.

 

Por enquanto é só. Nada pra fazer neste final de semana. Nada que me interesse, claro. A mudança está aí, eu tenho que me coçar.

 

Iasmin

 

 

Escrito por Um tosco qualquer às 20h30
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