TOCTOC


29/06/2005


Aviso aos Navegantes

Estou sumida mesmo. Não é por causa de trabalho. O chefe anda com tanta coisa para fazer que hoje me ligou (da sala do lado) para dizer que não esqueceu de mim. Eu ri e disse que estou adorando as férias. E aproveitei para dizer que não venho sexta-feira, ao que ele me respondeu que também não vem. Muito divertido.

 

Li o post do Alexandre, falando sobre mudanças, Mega-Sena, final e começo de namoro. Não sei se posso dizer que me inspirei, mas resolvi aparecer aqui para dar sinais de vida.

 

Essa conversa de ser chamada de Rica, nem lembro como começou, mas eu gosto muito. Apenas cansei de ser rica apenas de saúde, de amigos, de planos. Quero ser rica de verdade, nem que seja para sonhar e rir do que eu faria com dinheiro. Aqui mesmo já expusemos algumas das providências que tomaremos caso fiquemos ricos - o que só acontecerá por acaso, porque a primeira chance, que é nascer ricos, já estragamos. A segunda, que é casando com uma pessoa rica, estamos dispensando, detestamos gente pagando nossas contas, até mesmo porque só nos envolvemos com gente babaca, que iria acabar jogando isso na nossa cara. Faríamos o mesmo. E trabalhar para ficar rico é muito delírio, vocês sabem muito bem disso. Quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro.

 

Já dissemos que a primeira providência será tirar uma foto ampliada do cu, tirar 163 cópias da mesma e distribuir pelos apartamentos de Neverland e a portaria. Isso vai acabar sendo feito mesmo sem ganhar na Sena, estamos de saco cheio daquela gente. Depois eu ia tirar outra cópia e colocar uma em cada mesa daqui do ****, pelo mesmíssimo motivo, já cansei dessa gente daqui também. Acho que vou fazer um out-door e espalhar por Curitiba, pensando bem.  

 

Quanto a ir morar em Pinhais ou Piraquara, tem a ver com um estágio de vida que parece estar me abraçando. Estou precisando de mais espaço para as minhas coisas, minhas pessoas, para ter o meu cachorro (que chamar-se-á Tibério Graco, não me perguntem porquê!), para o Aru fumar a maconha dele em paz, já que eu não me livrarei dele mesmo, para a Jade crescer sem a minha mania de não pisar na lama. Quero lama. Muita lama. E como lá os terrenos são mais baratos e maiores, é para lá que iremos. O Alexandre vai acabar me seguindo, porque o namorado dele definiu ontem à noite que eu irei gerar o filho deles, Se ele quiser ver o filho, que me siga. Vai ser lá na Região Metropolitana de Curitiba que o rebento será criado.

 

Estou muito, pouco, sei lá o quanto (nem o que) comigo mesma. Falei por aqui no ****, em minhas conversas com o Marcelo, nas quais só eu falo háháháhá, que eu não tenho mais idade para namorar. Ou eu bem dou, ou bem caso. Como o cara que eu quero casar já fez isso, e não foi comigo, por minha culpa mesmo, eu acabo de abrir mão disso. A não ser que ele mude de idéia, as diretivas são essas. No momento, vamos estudar, trabalhar, e ver como a vida vai.

 

Aviso que eu tomaria as mesmas atitudes que tomei a minha vida toda, caso pudesse começar de novo. A não ser que me mostrassem o script, óbvio. O Ricardo, por exemplo: se eu soubesse que a primeira vez que eu me separasse dele ia ser para sempre, teria pensado melhor. Mas agora já era. Segue o baile!

 

Agora, sem choramingos ou barda, não estamos aqui para isso. O sutiã de coquinho do Diego é lindo, o Rodrigo passou no vestibular de Psicologia, vai trabalhar para o Alexandre, Aru não vai mais para Brasília, Valéria não vai para a Argentina esse ano, Dayanne não volta mais para casa mesmo, e a minha vida continua. Ou é normal, ou eu sou autista e não me dei conta.

 

Ah, tem mais: Danusa, tô procurando a Rita, mas tá foda. Parece que a mulher sumiu. Vi a foto dos filhos no Yakult, adorei. Lembrei finalmente quem era a Denise, eu sou uma escrota mesmo. E achei seu marido lindo, rsrsrsrs

 

Elaine, tô correndo na frente. Ela sabe do que estou falando. Se agita, Goiás!!!

 

Iasmin

 

 

Escrito por Um tosco qualquer às 14h12
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Hoje começou bem!!

Uma empresa pública nos desqualificou de um processo licitatório por incapacidade técnica. Eles querem que eu quebre tudo?

Fui ver a proposta que encaminhamos. Jamais vi proposta mais mal feita em toda a minha existência. Meu sócio que fez.

Não posso culpar a empresa pública, mas entrarei com recurso.

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Fui a Universidade conversar com o professor orientador da monografia. Ele não estava. Foi pra Brasília. Voltei feliz...

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Essa é da minha sobrinha, quando tinha uns 9 anos, respondendo a uma questão de Ciências.

Questão: O que você entende por erosão?

Resposta: Tudo.

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Meu sobrinho de 4 anos corria em volta dos adultos e ouviu uma conversa.

- O César tá comendo a Solange.

Ele parou imediatamente a correria.

-Pô! Vai fazer um cocozão grandão!!

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Ontem vi cães em cópula. Adoro ver isso!

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Valéria me vendeu uma escova de cabelo.

De tão pequena a dita cuja serve no máximo para escovar testículos ou para estimulação clitoriana.Jade ganhou uma escova pra Barbie.

Comprei também um produto para a pele do rosto e não percebi que era para pele oleosa e com acne. Alguém aí tem pele oleosa com acne?

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Tô com saudade da Marlene, minha caríssima genitora.

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Levarei a Rica para uma ecografia e uma endoscopia na sexta-feira. Ela queria mesmo era uma colonoscopia transretal. O nome diz tudo!

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Se nunca mais ouvirem falar de mim, não morri.Vou ganhar na Mega Sena hoje. Deixo umas quireras pra vocês e compro a chácara para Iasmim lá em Pinhais.

 

HCl, Alexandre Clorídrico, menos ácido hoje.

Escrito por Um tosco qualquer às 13h28
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28/06/2005


Carniçagem

"Carniçagem" é o termo usado por Aroo para designar os moradores de Neverland..

Aroo realmente é ímpar! E par ao mesmo tempo! Primo, inteiro, real e infinito! Positivo, negativo e neutro! Logaritmo, racional e irracional!

É o meu cumpadre!

O cara é foda!

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Nem sei se ganhei na Sena.. Ainda não vi.

- Você não ganhou porque ninguém ganhou! - A invejosa da Rica novamente. Não deixa nem que eu tenha segundos de esperança de desacuendar de Neverland.

- Eu ganhei na quina, tá?!

Se continuar agourando, não tiro você dessa vida, racha! Esqueço você em Neverland. Vai morrer fumando com Zizi Possi embaixo do toldinho furado com ponta de cigarro .

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Dêem um close na minha viagem de volta:

Ganhei um cartão vermelho do lovi na hora de embarcar pra Chuviritiba.

- A distância é muito grande e não dá mais!

Tentei dissuadi-lo. Fui infeliz.

Minutos depois, um telefonema da irmã dele, chorosa. Lamentava o ocorrido e disse aquelas coisas todas que estou cansado de ouvir e que não põe um côco no meu bolso.

- Você é uma pessoa ótima! Eu e meu marido adoramos você! Quando voltar aqui, nos procure!

- Agora será difícil! - fazendo a linha "me ajude e interceda em meu favor, racha!"

Enviei um torpedo bem escrito, entrei meio choroso no avião. Lugar na janela. Olhar perdido nas nuvens. Uma lágrima querendo sair, mas não saiu. Som do avião com defeito e ouvi Oswaldo Montenegro de Porto Velho a Brasília:

"bate louco, bate perigosamente, coração mais do que a mente..."

Um horror!!! Detalhe: 3 horas de vôo.

"No centro de um planalto vazio..."

Ninguém precisa!

" E Léo e Bia souberam amar..."

O vôo atrasou novamente depois de duas horas a espera da conexão. Escrevi uma reclamação sobre a TAM para o Infraero. O pior é que receberei a resposta daqui uns dias. Eu sei o procedimento. Já reclamei antes.

Sentei no chão do aeroporto. Soltei um peido fedido no saguão e olhei com raiva para o primeiro com cara de bobo que vi. O coitado enrubesceu e a culpa recaiu sobre ele.

Liguei novamente. Sou insistente. Disse que chorou muito e que mudou de idéia, mesmo achando que a distância é nossa inimiga, quer continuar. Será que foi o torpedo, a irmã ou minha insistência. Foda-se o motivo! Deu certo! Não sei até quando.

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Visitantes do blog: só aceito inveja branca! Não sei quem falou essa sandice, mas tô usando.

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Rodrigo vai trabalhar pra mim!

Tirem as conclusões que quiserem! HAHAHAHAAHAHAHAHAH

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A Tosco Party, no dia 09 de julho, está ameaçada. Algum pobre reservou o salão pra alguma festa da Barbie, das meninas superpoderosas ou qualquer outro personagem esquizofrênico desses:

- As criança gosta! Eu não tive festa na minha infância e meu filho tem que ter. De qualquer jeito.

condemônio tá caro mas não deixa de fazer festa pra encher a pança dos amigo.

- É tudo meus amigo!

É a bendita carniçagem...

Sugiro um churrasco na manilha. Porque sou fino, obviamente!

Vou jogar pó de mico no salão.

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Por falar em finesse, agora temos poço em Neverland. Dá pra fazer duchinha no rabo com água sulfurosa! O lux! A Rica vai lavar a cara da gata com água gasosa.

O poço só ficou 5 vezes o valor orçado. A água só foi achada a 300 metros de profundidade. Cutucaram o cu do satanás pra achá-la. HAHAHAHAAHAAHAH... "Rosicléa que se foda, eu vou morar no puteiro..." HAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAAH

Eu pago! Eu posso! O resto que assassine os porquinhos de louça e conte as moedas! Carniçagem!!!

Vou jogar uma moeda e pedir para ir embora daquele lugar! Melhor não! Poço dos Desejos de Neverland deve funcionar ao contrário.

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A Rica propôs mudar de Gate Village para Pinhais ou Piraquara.

Insiste em ser pobre, coitadinha.

Não liguem, ela pelo menos é limpinha e faz um nhoque divino.

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 Parece que estou um pouco ácido hoje. Não liguem! Chorei todas ontem.

- Tem sal de frutas?

- Sim.

- Um de caju, por favor!

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H2SO4, Alexandre Sulfúrico

Escrito por Um tosco qualquer às 18h08
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24/06/2005


Mudando de Lugar

Gentinha, meu Chefe Maravilhoso, Primeiro e Único, David José de Castro Gouvêa acaba de ser nomeado o Coordenador Geral do **** no Paraná. Passados a ansiedade da espera e o susto da nomeação - afinal de contas o cargo é político há anos, e David é funcionário da casa desde que o Velho Barreiro era menino - agora é arregaçar as mangas.

 

Ele está cheio de idéias novas, vai fazer um monte de mudanças no quadro funcional, trocando gente de lugar e redimensionando funções, algumas com alteração de salário. Minha mudança, por enquanto, é de prédio. Vou para o prédio "rico", para o último andar, perco meu ramal móvel (mas não vou precisar ficar andando tanto em compensação) mas ganho uma vista melhor. E com ar condicionado na sala.

 

O trabalho também muda muito. Passa a ser de maior responsabilidade, com prazos e metas a serem cumpridos. Desenvolvimento profissional, por enquanto só melhorando o status. Mas brevemente, melhora a grana, quero crer. Parabéns para o chefe, parabéns para mim.

 

Iasmin, a assessora

Escrito por Um tosco qualquer às 10h21
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23/06/2005


Todo castigo prá corno

ÚLTIMO DESEJO
(Noel Rosa)

 

Nosso amor, que eu não esqueço,
e que teve o seu começo
numa festa de São João,
morre hoje, sem foguete,
sem retrato e sem bilhete,
sem luar, sem violão...
Perto de você me calo,
tudo penso e nada falo,
tenho medo de chorar...
Nunca mais quero seu beijo,
mas meu último desejo
você não pode negar.

 

Se alguma pessoa amiga
pedir que você lhe diga
se você me quer ou não,
diga que você me adora,
que você lamenta e chora
a nossa separação.
E, às pessoas que eu detesto
diga sempre que eu não presto,
que meu lar é o botequim,
que eu arruinei sua vida,
que eu não mereço a comida
que você pagou pra mim.

 

Parece que está chovendo em mim. E a chuva não tem cor. Alguém pode me dizer se depressão culmina?

 

Iasmin

Escrito por Um tosco qualquer às 10h02
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22/06/2005


Passandinho

Fui comprar um sutiã de coquinho para Diego, digo, Vanessa Oliver, aqui em Porco Velho, capital da Rabônia:
 
- A moça tem seios grandes?
- São muito pequenos.
 
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Aqui tá fazendo frio: 28ºC às duas da tarde. Comi um cozido hoje por causo da "friagem".
 
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Estou inlovi. Arrumei um que me bajula, me agrada, paga as coisas e me adora.
 
- "Daqui a pouco você chapa e se cansa!" - Disse-me a Rica, a invejosa.
 
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Jadel Gregório, o negro enorme do salto triplo virou muçulmano e mudou de nome: Jade. Quase me mijei de tanto rir.
 
- Qual o seu nome?
- Jade.
 
Não combina! Que tal Mohamed?
 
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E aí Dayanne? Tá fazendo muita Marluce?
 
"Ah... Essa mulata quando dança é bucho só!" HAHAHAHAHAAHAH....
 
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Rodrigo disse que a prova da Universidade Tuiuti tava mole, principalmente a parte de Conhecimentos Gerais.
 
Rodrigo: Olha só a questão que caiu...
Iasmin: Diga!
Rodrigo: Qual a nacionalidade do último papa?
Iasmin: E você respondeu...
Rodrigo: Austríaco, é claro...
 
Sem comentários extras sobre a prova da Tuiuti.
 
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Min!!!! Under my skin!!!!!!!!!!!!
 
 
 
Alexandre, o viajado

Escrito por Um tosco qualquer às 08h27
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21/06/2005


Solução

Diz que é a campanha francesa contra a AIDS, insinuando que, quando se faz sexo sem camisinha, você faz amor com o perigo. Mas, como eu sou muito porca, enxerguei uma solução...

 

 

Bom dia para vocês também.

 

Iasmin

Escrito por Um tosco qualquer às 08h40
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20/06/2005


Pau no MSN

Vamos aproveitar o pau no MSN e fazer as perguntas por aqui mesmo:

 

- Valéria, você não ia lá em casa na sexta para saber do médico? Depois eu me mato, e ninguém sabe o porquê.

 

- Dayanne, você vai para casa essa semana? Porque eu acho que vou dormir fora na terça, mas confirmo depois. Em caso positivo, deixo a chave na guarita. Não, não vou dar para ninguém na quarta. A princípio, não...;

 

- Rodrigo, o carro não esquentou tanto hoje de manhã, já que eu coloquei água antes de sair. Caso eu precise ir ao mexânico de novo, você pode me acompanhar?

 

- Elaine, por que falta coragem na senhora?

 

- Patrícia, no seu trabalho novo não tem nada para a Valéria fazer? Ela precisa de um emprego para quando voltar da Argentina.

 

- Alexandre, tá tudo bem? É para a Maria limpar sua casa na quarta? Me ligue para confirmar isso.

 

- Ricardo, querendo você ou não, eu ainda te amo.

 

- Tia Lu, tem jeito de conversar pelo MSN na Construirlândia? Mi$helllle tem acesso?

 

Por enquanto, é isso. Vamos tentar de novo depois do rango.

 

Iasmin 

Escrito por Um tosco qualquer às 11h07
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Sim, eu tenho tempo

Tirei daqui:

 

Os três porquinhos

Era uma vez três porquinhos: delúbio, genoíno e dirceu. eles queriam construir uma casa civil para se proteger.

delúbio, o mais preguiçoso, construiu uma casa civil de palha e logo que terminou foi correndo ver o que genoíno estava fazendo.

logo que genoíno terminou sua casa civil de madeira, os dois foram correndo para ver o que dirceu estava fazendo. e começaram a tirar sarro dele pois eles já haviam terminado e podiam ir brincar, e dirceu, não.

foi então que surgiu o jefferson mau. os três correram para suas casas civis. e então o jeff se aproximou da casa civil de palha e disse: "se você não abrir a porta eu vou ventilar até deixar a casa civil no chão". e ele ligou o ventilador. e não sobrou nada. delúbio saiu correndo para a casa civil de genoíno. e lá começaram a cantar. "quem tem medo do jeff mau, jeff mau. quem tem medo do jeff mau." e o jeff novamente se aproximou da casa civil de madeira e disse: "se você não abrir a porta eu vou ventilar até deixar a casa civil no chão". os dois saíram correndo para casa civil de dirceu. o jeff repetiu as mesmas palavras e ligou o ventilador. depois de seis horas, conseguiu derrubar a casa civil.

no desespero, os três porquinhos tentaram se defender com um caldeirão com água quente. jeff ventilou a água quente e todo mundo saiu queimado.

 

 

Rá. Bom dia para vocês também.

 

Iasmin

Escrito por Um tosco qualquer às 08h33
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17/06/2005


Que susto!

Gentem, esse blog está cheio de viadagens! Caso algum de vocês resolva postar, não se assuste.

 

Entrei aqui rapidinho hoje, meio final de expediente, para avisar que vou entrar na faca. Rá.

 

Dependemos agora da UNIMERD liberar os trâmites. Mas, brevemente, além de babaca, serei gostosa também. Me aguardem...

 

Iasmin, futura bárbara

Escrito por Um tosco qualquer às 15h44
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16/06/2005


Poetando

Quando o próprio amor vacila

 

Eu sei que atrás deste universo de aparências,
das diferenças todas,
a esperança é preservada.

Nas xícaras sujas de ontem
o café de cada manhã é servido.
Mas existe uma palavra que não suporto ouvir,
e dela não me conformo.

Eu acredito em tudo,
mas eu quero você agora.

Eu te amo pelas tuas faltas,
pelo teu corpo marcado,
pelas tuas cicatrizes,
pelas tuas loucuras todas, minha vida.

Eu amo as tuas mãos,
mesmo que por causa delas
eu não saiba o que fazer das minhas.

Amo teu jogo triste.

As tuas roupas sujas
é aqui em casa que eu lavo.

Eu amo a tua alegria.

Mesmo fora de si,
eu te amo pela tua essência.
Até pelo que você poderia ter sido,
se a maré das circunstâncias
não tivesse te banhado
nas águas do equívoco.

Eu te amo nas horas infernais
e na vida sem tempo, quando,
sozinha, bordo mais uma toalha
de fim de semana.

Eu te amo pelas crianças e futuras rugas.

Eu te amo pelas tuas ilusões perdidas
e pelos teus sonhos inúteis.

Amo teu sistema de vida e morte.

Eu te amo pelo que se repete
e que nunca é igual.

Eu te amo pelas tuas entradas,
saídas e bandeiras.

Eu te amo desde os teus pés
até o que te escapa.

Eu te amo de alma para alma.
E mais que as palavras,
ainda que seja através delas
que eu me defenda,
quando digo que te amo
mais que o silêncio dos momentos difíceis,
quando o próprio amor
vacila.

Escrito por Um tosco qualquer às 16h26
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Já Vi Esse Filme

Catei lá em www.rititi.blogspot.com. E gostei.

 




Mrs. Nordley (Grace Kelly) é uma senhora, bem passada a ferro, inocente, tão loira e recatada, tão fiel ao marido, tão como uma mulher deve ser. O penteado que não se lhe desmancha, as palavras estudadas, ai, o sonho de qualquer Victor Marswell (Clark Gable) que deseja acabar os dias sentado à lareira com a dama perfeita. Não chateia, não fuma, sorri o necessário. A beleza fria da fêmea que não berra na cama nem envergonha os sogros. Ou não. Claro que não. Basta pôr os pés em África para que à querida Mrs. Nordley se lhe caia a máscara e se mostre como a sonsa mal comida que deseja fugir das noites de sociedade, a entediada esposa do antropólogo apaixonado pelos gorilas da selva.
Coitada de Mrs. Nordley. Que fazer? Confessar ao marido a sua paixão pelo caçador velho? Fugir, gozar o amor que descobriu? Não, claro que não. Porque Mrs. Nordley, de tão pura e educada, prefere mentir a que pensem mal dela, a que a critiquem, a que lhe manchem a honra. Porque a honra numa senhora é muito importante, mesmo que Mr. Nordley seja o cornudo mais famoso da expedição e o tonto de Marswell faça o ridículo esperando que a virgem lhe redima dos pecados de ontem.
Entretanto Eloise Kelly (Ava Gardner), a badalhoca, a que se embebeda, fuma e diz palavrões, a que aparece em África vinda de todas as histórias de desamor, a putéfia que todos os homens esperam ter na cama mas não na mesa, aguarda. Também chora, confessa-se, indigna-se, vocifera contra a hipocrisia da beta com falta de um bom par de fodas. Mas espera. Só para ver o que acontece, como se o amor que sente por Victor Marswell já não fosse importante. E quando tem a oportunidade para humilhar a cabra loira, a santinha, a que a insultou, a que lhe atirou à cara os amantes e o mau nome, cala-se. À inveja sobrepõe a dignidade de quem nada tem a esconder. Mais, defende a tão importante honra da amorosa e inocente Mrs. Nordley. Porque é isso que as senhoras fazem. E dessas já há poucas.
Que uma mulher não se enxovalhe pelo passado, que mantenha a cabeça bem alta, que não a abatam as vozes das puras deste mundo tão falto de sexo e amor, é muito perigoso. As invejas rebentam por todo o lado, os olhares reprovadores não perdoam. Puta e mais que puta, é isso o que Mrs. Nordley vê em Eloise Kelly, sem se dar conta que a única que engana, mente e magoa é ela. Mas de nada serve, porque Mrs. Nordley, tão senhora e tão penteada, volta à miséria da vida sem falhas.
Prefiro mil vezes uma Ava Gardner descalça e com a vida em cima da mesa, sem vergonha ou mais dores que as que lhe causou a história, à virgem ofendida Grace Kelly, mentirosa, ressentida e com a suficiente falta de vergonha para deixar que o marido sofra por ela o que a educação e as noites de sociedade não lhe permitiram gozar.
O que é uma mulher? Definitivamente, Ava Gardner. Que o mundo prefira as Graces Kellys com ar de sonsas, isso já é outra coisa. E eu não tenho culpa disso.

 

I.

Escrito por Um tosco qualquer às 14h08
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O Patrão manda de novo, obedeço de novo!

Muito boa essa! Ponha no blog.
 
Registre-se
Certifique-se
Publique-se
 
É fato venéreo!!!
 
 
No interior de Rondônia um pastor de igreja evangélica foi encontrado pela esposa atracado a um vibrador em uma lascívia jamais imaginada pela pudica senhôra.
 
Ela, ensandecida com a "traição" do marido, espalhou o fato para a cidade inteira e exigiu o divórcio imediato.
 
O juiz interpelou o Seu Souza sobre os motivos que o levaram a "trair" a esposa de forma tão... tão... tão peculiar.
 
- Eu tava nervoso! - disse o pobre coitado.
 
 
Gracinha, né? Eu ando meio nervosa também... Vou adotar.
 
 
Iasmin, a tensa

Escrito por Um tosco qualquer às 13h56
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15/06/2005


Ouço e obedeço

Parece que só eu sei mexer nesse blog. O Patrão vai para a Rondônia e diz que não consegue postar. Aí manda essa pérola por emelho. Já conhecia, mas ainda choro. Portanto, o dia que já começou com chuva, uma espinha no nariz, um torcicolo e de chico (de novo!) não poderá ser dos melhores. Ah, encerra com uma entrevista com a orientadora educacional da Riquinha, mas isso é outra história. Vamos ao texto:

 

 

Pediram para eu escrever um pequeno artigo para um jornal de empresa. Resolvi falar da felicidade, de memórias da infância, de amor, "vive l´amour". Lair Ribeiro e Shiniashiki que se cuidem.
 
Rica, ponha isso em nosso blog, por favor. Não consigo acessá-lo daqui.
 

O Caminho da Felicidade

 

Por toda a infância, vivi em uma casa em construção. Éramos uma família de doze pessoas, eu e meus sete irmãos, pai, mãe, tia e avó materna, todos, juntos, morando em uma casa de aproximadamente setenta metros quadrados. Aumentar a casa tornara-se imprescindível para a boa convivência. Como não dispúnhamos de dinheiro para realizar esse sonho em pouco tempo, a construção da casa demorou cerca de dez anos. Ora dormíamos na sala enquanto os quartos eram construídos, ora a comida era feita na sala para nos adaptarmos à edificação da cozinha.

Quando a construção terminou, minha tia se casou e mudou, minha avó adoeceu e faleceu, meu pai também faleceu um ano após minha avó. Meus irmãos cresceram, casaram e se mudaram para constituir suas famílias. Também cresci e fui cuidar da minha vida longe daquela casa. Parece tudo um tanto improvável e insano, mas éramos muito felizes quando vivíamos nos escombros de uma casa em construção, sob lajes sustentadas em escoras, poeiras, pilhas de areia e caliça, pó de cimento, cheiro de tinta.

A  felicidade tinha espaço naquele ambiente feio e insalubre porque tínhamos muita vontade de ver aquela casa pronta. Ela representaria mais conforto, privacidade, poderíamos receber visitas e amigos, espaço mais amplo. Nosso objetivo era claro. Sabíamos, consciente ou inconscientemente, o que queríamos que acontecesse. A clareza de onde era pra chegar nos impulsionava a realizar a obra e nos confortava dos incômodos por ela causados.

Quando a casa ficou pronta, deixamos de construir novos objetivos em comum e por isso, cada um foi traçar seus planos individuais longe uns dos outros. Já não havia mais sentido na amplidão dos quartos, nos banheiros individuais, na possibilidade de privacidade.

Parece existir um paradoxo nesta situação relatada: éramos felizes enquanto construíamos aquela casa, mas ficamos menos felizes quando ela ficou pronta e alcançamos o objetivo.

A conclusão que chego é que a felicidade não está em alcançar o objetivo, mas em tê-lo. A felicidade não está na realização do objetivo, mas no caminho para realizá-lo. A felicidade não tem sentido quando a conquistamos sozinhos, mas quando temos pessoas amadas para compartilhar nosso sucesso. A felicidade não está no futuro, está agora, no presente, na ação realizada neste momento, desde que se saiba onde quer chegar. E quando chegar lá, deve-se ter outro objetivo para, quando alcançá-lo, construir outro e mais outro e mais outro, em um sem-fim de objetivos e realizações.

Não há possibilidade de felicidade sem objetivos e sem construir esse caminho para conquistá-la. Se estiver infeliz nesse momento, pare, pense e reflita. Pode ser que o que eu digo não lhe sirva, mas posso garantir que para mim funciona e me deixa mais feliz.

 

Alexandre Meira

Escrito por Um tosco qualquer às 07h53
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13/06/2005


Ainda a Parada Gay

Olha a nossa bichinha se passando...

 

Homossexuais pedem fim da discriminação

Joyce Carvalho [13/06/2005]



Caminhada reuniu mais de 10 mil.
Mais de 10 mil gays, lésbicas, transexuais e simpatizantes se reuniram ontem no centro da cidade durante a Parada da Diversidade. As faixas com os dizeres “Direitos iguais. Nem mais, nem menos” evidenciavam o pedido dos participantes: acabar com a discriminação e favorecer o reconhecimento na sociedade. Acompanhados por carros de som e bandeiras com as cores do arco-íris - símbolo do movimento -, eles fizeram uma caminhada, que partiu da Praça Santos Andrade, passou pela Avenida Marechal Deodoro e terminou na Boca Maldita com shows de bandas locais.

Toni Reis, presidente do grupo Dignidade, explica que a parada e todo o mês de junho são dedicados à conscientização e discussão dos direitos dos homossexuais. Ele estava presente ao evento com o seu companheiro David Harrad, com quem está junto há 15 anos. Os dois estão marcando presença em várias paradas gays realizadas pelo Brasil. Reis e Harrad defendem a oficialização da parceria entre homossexuais.

Luta

Quem passou pelo centro ontem parou para ver a movimentação. Muitas famílias levaram as crianças para tirar fotos com as drag queens. “As pessoas já perceberam que seus médicos, seus chefes, seus dentistas, seus colegas de trabalho, são gays. Está tendo maior valorização e estamos mostrando a nossa cara. É importante que as pessoas de fora estejam acompanhando. Assim, mostram a todos que somos iguais e temos esse direito”, opina a drag Vanessa Oliver.

 

Só para o rabo da Toscolândia. Toda.

Escrito por Um tosco qualquer às 16h57
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Mi$helllle, esse papo de que não consegue postar é totalmente furado. Comentar é muito mais difícil. Além do que, a senhora sabe meu telefone, se quisesse mesmo saber a senha, tinha ligado. Mas, embora não mereça, vou informar que o show do Denorex do dia 18/06 é no Via Rebouças. Para maiores informações, tem o site da banda www.denorex80.com.br. Vai lá.

 

Neste final de semana teve Parada da Diversidade em Curitiba, a antiga parada gay, ou parada gls, glsbt, glsbtt, ou qualquer uma seqüencia de letras. Rodrigo foi, embora jure de pés juntos que não mexe com isso. Levou Marta como álibi...

 

Diego foi, digo Dione, ou melhor, Vanessa Oliver e levou Stanley, que resolveu cortar meu cabelo quando voltou para Neverland. Vocês sabem, bicha inteligente vira engenheiro, bicha burra vira hair stylist. Ficou lindo, mas nada de fotos enquanto a minha cara estiver cheia de espinhas. Brevemente mostro o novo release.

 

Tirando isso, nada de importante. Alexandre foi para a Rondônia, tendo o cuidado de me deixar com um cheque assinado (em branco!!!!) na minha mão, diz que é para trocar o limpador de pára-brisas do carro dele, que está com o tanque até a boca de gasolina. Bicha louca é isso, o resto é bobagem...

 

O Dia dos Namorados foi o mais palha do mundo. Não é o primeiro sozinha, mas o primeiro que me incomoda... Mas vai passar, provavelmente. Dragão, eu não estou tão mal que não possa saber dos problemas alheios, apenas estou dando mais atenção aos meus problemas, só isso. Pode contar comigo.

 

Vamos andando para não criar monte.

 

Iasmin

Escrito por Um tosco qualquer às 15h54
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10/06/2005


Este final de semana não promete nada.

 

Vou ficar em casa hoje, amanhã tem aula e eu não quero ir "morrendo". Amanhã também não vou a lugar nenhum, tenho que ir com o Alexandre ao aeroporto no domingo de manhã (seis e cinqüenta da manhã temos que estar lá, vou morrendo, mas sem ressaca).

 

Portanto, a possibilidade de ser presa está reduzida a alguma agressão física a algum vizinho que venha a perturbar meu retiro. Mantenham os celulares ligados, caso venha a precisar de vocês.

 

Estarei largada em casa, mas não apareçam nem liguem. Eu estou insuportável, mas só eu mereço passar pela minha companhia. A Jade não merece, mas tem que começar a treinar desde já para o que a vida reserva para ela...

 

Mil beijos

 

Iasmin, a sem-sal

Escrito por Um tosco qualquer às 14h34
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09/06/2005


Definindo

Gente, meu mau humor, citado pelo Alexandre no post anterior, tem lá seus motivos. Misto de TPM, com falta de dinheiro, com falta de amor, com insatisfação profissional, provavelmente vai acabar alguma hora.

 

Tem enorme ligação com solidão. Esforcei-me a vida toda para ser correta em minhas relações. Embora ninguém acredite, jamais botei um chifre em sequer um dos meus namorados. A recíproca não foi verdadeira, infelizmente. Mesmo quando traída, não fiz os escândalos que caberiam à época. Pode ter sido um erro bem grande, não falei o que devia, enquanto devia.

 

Me preocupo em ser compreensiva. Mesmo quando alguém erra, procuro encontar as razões do erro. Tendo a me culpar várias vezes pelos erros alheios. Porque, evidentemente, se você comete um erro, a culpa só pode ser minha, que não dei as devidas instruções para me satisfazer. Isso só na minha cabeça maluca, porque ninguém está preocupado em me satisfazer...

 

Sou intransigente também. Não me conformo com gente preguiçosa, medrosa, sem iniciativa, ignorante por opção. Se eu me esforço para conviver em harmonia, sem incomodar os outros, acho que todo mundo deve fazer o mesmo. Mas quem disse que eu sou o parâmetro comportamental? O baluarte da ética? A régua que mede o mundo? E não consigo mudar isso, embora saiba que está errado.

 

Agora tenho uma sensação nova, a de ter me tornado insuportável. Sou sempre a segunda opção. Quando um programa não der certo, eu sou a possibilidade. Estou apenas cansada de ser a pessoa procurada quando nada mais faz sentido. Virei um porto seguro. É uma pena que os barcos só apareçam de passagem.

 

Alexandre diz que realmente é difícil aturar uma pessoa independente, que tem sua casa, seu emprego , sua família, seu dinheiro, suas opiniões. Eu não espero nada, nem ninguém. Só queria parar de pensar um pouco, talvez eu fosse mais feliz.

 

Mas vai passar também. Tudo na minha vida passa mesmo...

 

Iasmin

Escrito por Um tosco qualquer às 10h14
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OI TCHURMA

Sorry mas eu ficarei longe de CUritiba por longas duas semanas. Vou no domingão 12 e retorno no domingão 26. A Rica vai se apossar do corre-corre no período e, portanto, retirem postes, cegos, meios-fios, carros, enfim, tudo da frente dela. A moça anda num mau humor, digo, uó humor, ou melhor uozézimo humor.

Enfant, ficarei fora a trabalho e a prazer pois tem uma "pessoa" que me espera com ansiedade. Não morram de inveja e não ousem colocar meu nome no sal, like Zizi Possi. TORÇAM POR MIM, AMIGOS!!

Estou aqui no trabalho e até agora as coisas tão suaves. Nada me aborrece no momento. Também são 9 horas da madruga. Daqui a pouco começa: atender fornecedor, pegar roupa na costureira, tomar injeção, pagar contas, comprar presente do dia dos namorados (eu já comprei um mas gostei tanto que ficará pra euzinho. Vou dar outro), preparar um contrato, orçar novos produtos, ... parece que terei um dia daqueles.

Gostei dos posts sobre a Tosco Party. Será um megaevento em Gate Village jamais visto e imaginado por quem quer que seja. Mi fêmea, já estou providenciando a cascata de Amarula e o chafariz de Kirsch. Como falei, Vanessa Oliver será nossa hostess. ... pronto! Chegou o fornecedor! Depois conversamos mais.

 

Beijundas e Abralhos.

 

Ale, o viajante.

Escrito por Um tosco qualquer às 09h02
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08/06/2005


Da Série: Serviço Público

 

Iasmin, a servidora

Escrito por Um tosco qualquer às 15h59
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07/06/2005


Wish You Were Here

So, so you think you can tell
Heaven from hell,
Blue skys from pain.
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

And did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears.
Wish you were here.

 

I.

Escrito por Um tosco qualquer às 16h31
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Serviço Público

Definitivamente, este lugar onde trabalho (há, há, há!) não é um lugar sério. O Brasil acabando, com denúncias mis, até os Correios - que eu sempre acreditei ser um lugar bacana - envolvidos em baixarias, mensalão, os Garotinhos podendo ser reeleitos... Uma baixaria só. Em meio a este mar de lama, Chefe lindo chega do almoço trazendo uma televisão de 29 polegadas para assistir ao jogo de futebol. E ainda tem o desplante de me chamar para ver o jogo também.

 

Falei para ele que estava calculando umas medições das pontes do Paraguay (Tancredo Neves, que liga a cidade paranaense de Guaíra com Pedro Juan Caballero e a Ponte da Amizade, que liga o nada a lugar nenhum) e ele respondeu: "Deixe que caiam! Se o Brasil ganhar da Argentina, fica tudo bem!".

 

Este é o Chefe. Brevemente será o chefe de todo o Estado do Paraná, e cavando uma vaga em Brasília. Tomara que demore ainda...

 

Iasmin 

Escrito por Um tosco qualquer às 15h19
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06/06/2005


Dia dos Namorados

Dia dos Namorados no finde vindouro...

 

Presente para o namorado(a) normalmente tem corações, perfumes, declarações de amor... ai... é lindo!

 

Eu já sei o que ganharei e já sei que o que darei. Não digo nem morto. E não despejem a inveja usual por que não tenho culpa de ser  interessante. Menos pra Marina que não entende como eu e a Rica conseguimos pares interessantíssimos. "Fácil, honey, não selecionamos tanto!"

 

Meu carro (o Marmita) está no mecânico scandall para uma revisão simples. Até o meio-dia de hoje estava em R$ 150,00 o preju. Aliás, sexta-feira ele esquentou por demais e soltou fumaças. Pior sou eu no mecânico com cara de quem entende de mecânica, explicando o que aconteceu. Sempre é bom fazer cara de que entende alguma porra pra não ser passado pra trás. Funciona, em vez de 150 acué poderiam ser 300 ou 400. Eu tenho cara de rico. Já me disseram isso.

 

Eu e a Rica decidimos fazer a Tosco Party na casa de shows Neverland Master Hall em Gate Village, no início de Julho. Sugiram datas, please. Podem convidar quem quiser desde que se comportem como nós. A simplicidade simples é o mote dessa festa. Vanessa Oliver será nossa hostess. Tia Lu, Mi macho, Mi fêmea, Sibelle, Marco e Guto, Stanley, e tchurma já constam da lista de convidados.

 

Divulguem!

 

Ale, o Rico

Escrito por Um tosco qualquer às 14h05
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Sinais

Estou viva.

 

E é só o que posso dizer, por enquanto.

 

I.

Escrito por Um tosco qualquer às 08h24
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03/06/2005


Celular

Alguém pode me dizer o que eu faço sem o meu celular, num dia como hoje?

 

Tomara que esteja em casa.

Escrito por Um tosco qualquer às 16h10
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Finde

Não parece que vai ser dos melhores.

 

Começa com uma ida à zona hoje. Triste é que a droga continua baratíssima na cidade. Não, gente, eu não gosto de drogas. Elas é que gostam de mim.

 

Segunda-feira, se possível, eu os localizo.

 

Bom final de semana a todos. Inclusive para o Zi, mesmo com ele achando que as coisas que eu quero não fazem sentido nenhum. Não consigo ficar com raiva. Não dele. De mim, muita. Continuo certa de que nada do que eu faço faz sentido. Mas as pessoas feridas são perigosas, porque sabem que podem sobreviver.

 

Beijos para quem os quiser.

 

Iasmin, desiludida em 2005 (valeu, Dragão!)

 

Escrito por Um tosco qualquer às 16h08
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À Primeira Vista

Chico César

 

Quando não tinha nada eu quis
Quando tudo era ausência esperei
Quando tive frio tremi
Quando tive coragem liguei


Quando chegou carta abri
Quando ouvi Salif Keita dancei
Quando o olho brilhou, entendi
Quando criei asas, voei


Quando me chamou eu vim
Quando dei por mim tava aqui
Quando lhe achei, me perdi
Quando vi você, me apaixonei

 

Mais uma vez...

 

I.

 


Escrito por Um tosco qualquer às 10h29
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02/06/2005


Que dureza!!!!

Quer dizer que nãosobrou grana nem pra chapinha, Rica? OOO dó

Escrito por Um tosco qualquer às 21h25
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01/06/2005


Dia de Pagamento

Meu pagamento saiu.

 

Literalmente.

 

Só volta no mês que vem.

 

Iasmin, a dura

Escrito por Um tosco qualquer às 16h19
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Facilitando

Pessoal, agora não tem preguiça que faça a gente desistir de falar alemão......


A língua alemã é relativamente fácil. Todos aqueles que conhecem as línguas derivadas do latim e estão habituados a conjugar alguns verbos podem aprendê-la rapidamente. Isso é o que dizem os professores de alemão logo na primeira lição.

 

Primeiro, pegamos um livro em alemão, neste caso, um magnífico volume, com capa dura, publicado em Dortmund, e que trata dos usos e costumes dos índios australianos Hotentotes (em alemão "Hottentotten").

 

Conta o livro que os cangurus (Beutelratten) são capturados e colocados em jaulas (Kotter), cobertas com uma tela (Lattengitter) para protegê-los das intempéries.

 

Estas jaulas, em alemão, chamam-se jaulas cobertas com tela (Lattengitterkotter) e, quando possuem em seu interior um canguru, chamamos ao conjunto de "jaula coberta de tela com canguru" (Lattengitterkotterbeutelratten).


Um dia, os Hotentotes prenderam um assassino (Attentäter), acusado de haver matado a uma mãe (Mutter) hotentote (Hottentottermutter) de um garoto surdo e mudo (Stottertrottel). Esta mulher, em alemão, chama-se Hottentottenstottertrottelmutter e a seu assassino chamamos, facilmente, Hottentottenstottertrottelmutterattentäter.

 

No livro, os índios o capturaram e, sem ter onde colocá-lo, puseram-no numa jaula de canguru (Beutelrattenlattengitterkotter). Mas, incidentalmente, o preso escapou. Após iniciarem uma busca, rapidamente vem um guerreiro Hotentote gritando:


-Capturamos um assassino (Attentäter)!


- Qual?? - Pergunta o chefe indígena.


- O Lattengitterkotterbeutelrattenattentäter - comenta o guerreiro.


- Como? O assassino que estava na jaula de cangurus coberta de tela? diz o chefe dos Hotentotes.

 

- Sim - responde a duras penas o indígena. O Hottentottenstottertrottelmutterattentäter (assassino da mãe do garoto surdo e mudo).


- Ah, demônios! - Diz o chefe - você poderia ter dito desde o início que havia capturado o Hottentotterstottertrottelmutterlattengitterkotterbeutelrattenattentäter (assassino da mãe do garoto surdo e mudo que estava na jaula de cangurus coberta de tela).

 

Assim, através deste exemplo, podemos ver que o alemão é facílimo e simplifica muito as coisas.



Basta um pouco de interesse.

 

Iasmin Herodes, poliglota

Escrito por Um tosco qualquer às 15h55
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