Estou sumida mesmo. Não é por causa de trabalho. O chefe anda com tanta coisa para fazer que hoje me ligou (da sala do lado) para dizer que não esqueceu de mim. Eu ri e disse que estou adorando as férias. E aproveitei para dizer que não venho sexta-feira, ao que ele me respondeu que também não vem. Muito divertido.
Li o post do Alexandre, falando sobre mudanças, Mega-Sena, final e começo de namoro. Não sei se posso dizer que me inspirei, mas resolvi aparecer aqui para dar sinais de vida.
Essa conversa de ser chamada de Rica, nem lembro como começou, mas eu gosto muito. Apenas cansei de ser rica apenas de saúde, de amigos, de planos. Quero ser rica de verdade, nem que seja para sonhar e rir do que eu faria com dinheiro. Aqui mesmo já expusemos algumas das providências que tomaremos caso fiquemos ricos - o que só acontecerá por acaso, porque a primeira chance, que é nascer ricos, já estragamos. A segunda, que é casando com uma pessoa rica, estamos dispensando, detestamos gente pagando nossas contas, até mesmo porque só nos envolvemos com gente babaca, que iria acabar jogando isso na nossa cara. Faríamos o mesmo. E trabalhar para ficar rico é muito delírio, vocês sabem muito bem disso. Quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro.
Já dissemos que a primeira providência será tirar uma foto ampliada do cu, tirar 163 cópias da mesma e distribuir pelos apartamentos de Neverland e a portaria. Isso vai acabar sendo feito mesmo sem ganhar na Sena, estamos de saco cheio daquela gente. Depois eu ia tirar outra cópia e colocar uma em cada mesa daqui do ****, pelo mesmíssimo motivo, já cansei dessa gente daqui também. Acho que vou fazer um out-door e espalhar por Curitiba, pensando bem.
Quanto a ir morar em Pinhais ou Piraquara, tem a ver com um estágio de vida que parece estar me abraçando. Estou precisando de mais espaço para as minhas coisas, minhas pessoas, para ter o meu cachorro (que chamar-se-á Tibério Graco, não me perguntem porquê!), para o Aru fumar a maconha dele em paz, já que eu não me livrarei dele mesmo, para a Jade crescer sem a minha mania de não pisar na lama. Quero lama. Muita lama. E como lá os terrenos são mais baratos e maiores, é para lá que iremos. O Alexandre vai acabar me seguindo, porque o namorado dele definiu ontem à noite que eu irei gerar o filho deles, Se ele quiser ver o filho, que me siga. Vai ser lá na Região Metropolitana de Curitiba que o rebento será criado.
Estou muito, pouco, sei lá o quanto (nem o que) comigo mesma. Falei por aqui no ****, em minhas conversas com o Marcelo, nas quais só eu falo háháháhá, que eu não tenho mais idade para namorar. Ou eu bem dou, ou bem caso. Como o cara que eu quero casar já fez isso, e não foi comigo, por minha culpa mesmo, eu acabo de abrir mão disso. A não ser que ele mude de idéia, as diretivas são essas. No momento, vamos estudar, trabalhar, e ver como a vida vai.
Aviso que eu tomaria as mesmas atitudes que tomei a minha vida toda, caso pudesse começar de novo. A não ser que me mostrassem o script, óbvio. O Ricardo, por exemplo: se eu soubesse que a primeira vez que eu me separasse dele ia ser para sempre, teria pensado melhor. Mas agora já era. Segue o baile!
Agora, sem choramingos ou barda, não estamos aqui para isso. O sutiã de coquinho do Diego é lindo, o Rodrigo passou no vestibular de Psicologia, vai trabalhar para o Alexandre, Aru não vai mais para Brasília, Valéria não vai para a Argentina esse ano, Dayanne não volta mais para casa mesmo, e a minha vida continua. Ou é normal, ou eu sou autista e não me dei conta.
Ah, tem mais: Danusa, tô procurando a Rita, mas tá foda. Parece que a mulher sumiu. Vi a foto dos filhos no Yakult, adorei. Lembrei finalmente quem era a Denise, eu sou uma escrota mesmo. E achei seu marido lindo, rsrsrsrs
Elaine, tô correndo na frente. Ela sabe do que estou falando. Se agita, Goiás!!!
Iasmin









Leia este blog no seu celular